Reforma Tributária

O guia rápido para entendimento da mudança tributária mais importante do século

IBS, CBS, split payment, Apuração Assistida: tudo o que sua empresa precisa entender, monitorar e fazer, em um só lugar, com materiais, soluções e apoio da Qive.

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O que é a Reforma Tributária do Consumo

A Reforma Tributária do Consumo substitui gradualmente PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS por um IVA Dual, formado pela CBS, de competência federal, e pelo IBS, compartilhado entre estados e municípios. O novo modelo busca simplificar a tributação sobre bens e serviços, reduzir a fragmentação de regras e ampliar a não cumulatividade, com aproveitamento mais abrangente de créditos tributários. Entre as principais mudanças estão a adoção do consumo como referência para a tributação, a arrecadação no destino e uma nova lógica de apuração de débitos e créditos.

Essas mudanças vão além da área fiscal, pois afetam diretamente caixa, preço, margem e gestão de fornecedores. A qualidade das informações fiscais e a capacidade do fornecedor de gerar crédito aproveitável passam a influenciar o custo real de uma compra. Nesse contexto, ganham relevância conceitos como IBS, CBS, split payment — retenção automática do tributo no pagamento — e apuração assistida, em que débitos e créditos são calculados com maior integração e acompanhamento.

Mesa de trabalho com documentos fiscais, calculadora e café

Cronograma 2026–2027

Datas que toda empresa do Regime Normal (Lucro Real/Presumido) e do Simples Nacional/MEI precisa ter no radar.

O cronograma regulatório continua em evolução e pode receber novas publicações. A Qive acompanha todas as atualizações oficiais para manter os clientes em conformidade.
2026 — ano de testes, mas com prazos que já valem
1º de agosto +
Fim da vacância legal do Ato Conjunto 1/2025. A partir daqui, a omissão dos campos de IBS/CBS nos documentos fiscais deixa de ser tolerada: passa a gerar penalidade e perda do direito à dispensa do tributo. Também passa a ser exigida a emissão dos novos eventos fiscais.
3 de agosto +
Entrada em produção das versões 1.36 e 1.40 da NT 2025.002 para NFe/NFCe. A regra de validação UB12-10 é ativada e passa a rejeitar automaticamente notas de contribuintes do Regime Normal que não tragam o grupo do IBS/CBS.
1º de setembro +
Entra em vigor a Resolução CGSN nº 189/2026: fica vedado o uso de sistemas municipais para NFS-e, e as empresas do Simples Nacional passam a emitir notas de serviço exclusivamente no Padrão Nacional.
Setembro (mês inteiro) +
Empresas do Simples Nacional precisam escolher entre tributar IBS e CBS "por dentro" ou "por fora" durante o primeiro semestre de 2027.
2027 — fim da transição, início da cobrança plena
1º de janeiro +
Pessoas físicas (produtores rurais, profissionais liberais, locadores) passam a precisar de CNPJ ativo para emitir documentos fiscais de IBS/CBS (prazo já prorrogado pelas autoridades).
1º de janeiro +
Início da validação obrigatória dos campos e da tributação de IBS, CBS e Imposto Seletivo para Simples Nacional, MEI e regime de tributação monofásica.
1º de janeiro +
Apuração de CBS conforme alíquota definida e apuração de IBS com alíquota de teste de 0,1%.
1º de janeiro +
Fim do PIS e da Cofins — substituídos pela CBS — e redução da alíquota do IPI.
1º de janeiro +
Entrada em vigor do split payment: retenção automática de IBS/CBS no momento do pagamento, com repasse direto ao governo pelo sistema bancário. A empresa passa a receber apenas o valor líquido.

Impactos da Reforma na empresa

Objetivo principal da Reforma

  • Simplificar a arrecadação de tributos.
  • Reduzir a burocracia acumulada em décadas de legislação fragmentada.
  • Substituir tributos complexos por um sistema com crédito amplo e mais transparente.

O que muda no dia a dia da operação

  • Necessidade de revisar processos internos de fiscal, compras e contas a pagar.
  • Maior frequência no cruzamento de dados fiscais e em auditorias eletrônicas.
  • Aumento da demanda por soluções automatizadas para manter a gestão eficiente sem ampliar o time.

Pontos de atenção que ainda geram dúvida no mercado

  • Definição final das alíquotas de referência de IBS e CBS por estado/município.
  • Mecanismos de transição entre o regime antigo e o novo (coexistência de layouts).
  • Impacto regional desigual, já que a arrecadação passa a ocorrer no destino, não na origem.

Antes e depois da Reforma Tributária

Aspecto Antes da Reforma Depois da Reforma
Tributos principais PIS, Cofins, IPI, ICMS, ISS CBS + IBS
Quantidade de tributos Alta complexidade, com 5 tributos distintos Unificação em 2 tributos principais
Fato gerador Variável por tributo (venda, faturamento, circulação, prestação de serviço) Fato gerador unificado: consumo de bens e serviços
Legislação Diferente em cada estado e município Legislação unificada para IBS e CBS
Apuração de crédito Restrita, com muitas exceções Crédito amplo e irrestrito (não cumulativo)
Cumulatividade PIS e Cofins cumulativos em muitos casos CBS e IBS seguem o princípio da não cumulatividade
Alíquotas Diferentes para cada tributo e setor Alíquotas únicas (CBS federal / IBS estadual e municipal)
Substituição tributária Complexidade com ICMS-ST, ISS fixo, etc. Fim da substituição tributária e regimes especiais limitados
Local de arrecadação Na origem No destino (consumo)
Transparência tributária Custo do imposto embutido, invisível ao consumidor Maior visibilidade do imposto destacado na nota
Obrigações acessórias Diversas obrigações por ente federativo Tendência de simplificação e unificação
Aspecto Antes da Reforma Depois da Reforma
Tributos principais ISS (municipal), PIS e Cofins (federais) IBS (União, estados e municípios) e CBS (federal)
Legislação aplicável Cerca de 5.000 legislações municipais diferentes para o ISS + legislação federal Legislação nacional unificada para IBS e outra para CBS, válidas em todo o território
Local de arrecadação Na origem (município do prestador) No destino (município e estado do tomador)
Padrão de nota Inexistência de padrão — cada prefeitura adota layout e webservice próprios (ABRASF, GINFES etc.) Padrão Nacional obrigatório, com centralização via Portal Nacional da NFS-e
Apuração de crédito Muito restrita — ISS majoritariamente cumulativo, PIS/Cofins com muitas restrições para serviços Crédito amplo e irrestrito, com não cumulatividade plena sobre praticamente todas as aquisições
Obrigações acessórias Alta complexidade — múltiplas obrigações municipais (DES, GISS etc.) + federais (EFD-Contribuições) Tendência de unificação em declaração única, integrada ao Portal Nacional
Transparência Imposto "por dentro", embutido no preço, sem clareza para o tomador Imposto "por fora", com maior visibilidade na nota
Por que a NFSe é o ponto mais crítico da transição: enquanto o NFe/CTe já tem um padrão nacional consolidado há anos, a nota de serviço convive hoje com milhares de layouts municipais diferentes. Migrar esse universo para um padrão único, sem perder documentos pelo caminho, é o maior desafio operacional da Reforma para quem emite ou recebe NFSe.

Como se preparar para Reforma Tributária de Consumo

Um checklist prático para times de Fiscal, Financeiro, Compras e Contas a Pagar:

Mapear o regime tributário (Regime Normal, Simples Nacional ou MEI) de cada fornecedor relevante.
Revisar se seus documentos fiscais (NFe, CTe, NFSe) já trazem os campos de IBS/CBS corretamente preenchidos.
Confirmar se a integração com o ERP está preparada para os novos layouts sem quebrar a esteira de pagamento.
Priorizar a adequação dos fornecedores que mais impactam sua tomada de crédito.
Definir, se sua empresa for do Simples Nacional, se a tributação de IBS/CBS será "por dentro" ou "por fora" a partir de 2027.
Acompanhar continuamente a publicação de novas regras técnicas da Receita Federal e do Comitê Gestor do IBS.

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Prepare sua operação com quem já está por dentro da Reforma

A Qive é a plataforma que integra e automatiza, em um único fluxo conectado ao ERP, a gestão de pagamentos, documentos e fornecedores. Com a Reforma Tributária, essa mesma base de XMLs já processados vira inteligência para antecipar impactos financeiros, proteger crédito tributário e monitorar fornecedores, sem depender de desenvolvimentos internos.

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Gestão de documentos: a base de tudo

O documento fiscal que sua empresa já emite e recebe hoje já carrega o sinal do que vem em 2027: os campos de CBS e IBS, com alíquota e destaques necessários. A Qive recebe e processa automaticamente esses documentos, direto das fontes oficiais ou integrado ao ERP, e transforma isso em indicadores de crédito, débito e impacto da Reforma, com monitoramento contínuo, não como projeto que só começa quando a obrigatoriedade chegar.

Documentos
NFe · CTe · NFSeCampos de IBS/CBS lidos automaticamente
Crédito, débito e impactoMonitoramento contínuo, não projeto pontual
Feature view ilustrativa — substituir por imagem oficial do produto.

Gestão de fornecedores — onde o crédito é decidido antes da nota

Nem todo fornecedor gera o mesmo crédito. O regime dele, o prazo de adequação e se o débito do lado dele foi de fato pago mudam quanto crédito sua empresa consegue recuperar. A Qive cruza ERP, documento fiscal e Apuração Assistida para mostrar essa diferença lado a lado, o crédito que o documento indica e o débito que já foi efetivamente quitado, apontando onde ainda há saldo pendente antes que isso vire problema no fechamento.

Fornecedores
Crédito indicado × débito quitadoComparação lado a lado por fornecedor
Saldo pendenteSinalizado antes do fechamento
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Gestão de pagamento — onde o crédito se confirma de verdade

De nada adianta ter o documento certo e o fornecedor certo se, na hora de pagar, essa informação não estiver amarrada. Com o split payment, o documento fiscal passa a funcionar quase como uma conta corrente daquela transação. A Qive já acompanha de perto os diferentes modelos em discussão para garantir que documento e pagamento estejam conectados quando a checagem de crédito em tempo real entrar em vigor.

Pagamentos
Split paymentDocumento e pagamento conectados
Checagem em tempo realPreparada para quando entrar em vigor
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Prontidão da Qive frente à Reforma

Conformidade regulatóriaEm conformidade com as regulamentações publicadas até o momento
IBS/CBS no padrão ABRASF RTCDisponível
Consumo do XML original do Portal NacionalDisponível
Suporte aos novos fatos geradores da NFSeDisponível
Novos eventos NFe + notas de crédito e débitoDisponível
Novos eventos NFSe + notas de crédito e débitoAguardando publicação das especificações finais pelo Fisco
CNPJ alfanuméricoDisponível
Visão Geral da Reforma Tributária (créditos, débitos, projeção da CBS para 2027, monitoramento de fornecedores)Disponível e em evolução contínua
Apuração AssistidaEm desenvolvimento
Conciliação FiscalEm desenvolvimento
Conciliação FinanceiraEm desenvolvimento

O roadmap acompanha a evolução das regulamentações oficiais. Novas funcionalidades serão disponibilizadas conforme a publicação das especificações técnicas pela Receita Federal e pelo Comitê Gestor do IBS. Como participante do piloto da Reforma Tributária, temos acesso a informações e testes em ambientes controlados para segurança e confiança nos processos.

Biblioteca por tema

Panorama do Contas a Pagar

Acesse os estudos recentes sobre a economia entre as empresas brasileiras e o impacto de compras ao pagamento, em um cenário de mudança regulatória.

Capítulo — Reforma Tributária: a adequação das empresas brasileiras — 104,4 milhões de notas fiscais analisadas (jan–mar/2026); retrato de quem já se adequou por regime, setor e estado.

Capítulo — O cenário de fraudes e vulnerabilidades no contas a pagar — como a automação fiscal reduz o risco de fraude durante a transição.

Glossário da Reforma Tributária

A

Alíquota efetiva — a carga tributária real suportada por uma empresa depois de considerados créditos e débitos, diferente da alíquota nominal (a alíquota "de tabela"). É o número que de fato importa para entender o impacto da Reforma na margem.

Apuração Assistida — mecanismo pelo qual a Receita Federal passa a apurar débitos e créditos de IBS/CBS em tempo real, documento a documento, antecipando-se à própria apuração da empresa. Está diretamente conectada ao split payment.

B

Base de cálculo — o valor sobre o qual a alíquota do tributo é aplicada. Na Reforma, muda a lógica de composição dessa base para os novos tributos.

C

CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) — tributo federal criado pela Reforma para substituir PIS e Cofins, seguindo o princípio da não cumulatividade plena.

cClassTrib — campo do XML que classifica tributariamente uma operação; usado para identificar tratamentos diferenciados, isenções e regimes especiais dentro do novo modelo de IBS/CBS.

Crédito tributário — valor que uma empresa pode abater do imposto devido, referente a tributos já pagos em etapas anteriores da cadeia. Com o crédito amplo da Reforma, a regularidade e o preenchimento correto do fornecedor passam a determinar diretamente quanto crédito a empresa consegue efetivamente recuperar.

CST (Código de Situação Tributária) — código que indica o tratamento tributário aplicado a uma operação em um documento fiscal.

D

Débito tributário — valor do imposto devido pela empresa em uma operação, antes do abatimento de créditos.

Documento fiscal eletrônico — termo que abrange NFe (mercadorias), CTe (transporte) e NFSe (serviços), os documentos que registram as operações e, com a Reforma, passam a carregar os novos campos de IBS/CBS.

E

Ente federativo — União, estados, Distrito Federal e municípios; cada um tem competência tributária diferente hoje (ICMS é estadual, ISS é municipal), o que a Reforma busca simplificar via legislação unificada de IBS/CBS.

I

IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) — tributo de competência compartilhada entre estados e municípios, criado pela Reforma para substituir o ICMS e o ISS.

Imposto Seletivo — novo tributo federal, também chamado de "imposto do pecado", que incide sobre produtos prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, complementando o IVA Dual.

IVA Dual — modelo de imposto sobre valor agregado adotado pela Reforma, dividido em dois tributos (CBS federal e IBS estadual/municipal), em vez de um único imposto centralizado.

N

NBS (Nomenclatura Brasileira de Serviços) — classificação usada para identificar e tributar corretamente cada tipo de serviço prestado, um dos novos campos que passam a integrar a NFS-e.

Não cumulatividade — princípio pelo qual o imposto pago em uma etapa da cadeia gera crédito para a etapa seguinte, evitando a "tributação em cascata". É a base do novo modelo de IBS/CBS, em contraste com a cumulatividade que hoje afeta PIS, Cofins e ISS.

S

Simples Nacional / MEI — regimes tributários simplificados voltados a pequenas empresas e microempreendedores. Diferente do Regime Normal, a adequação à Reforma é facultativa em 2026 e passa a ser obrigatória a partir de 2027.

Split payment — mecanismo pelo qual o valor de IBS/CBS de uma operação é retido automaticamente pelo sistema bancário no momento do pagamento e repassado diretamente ao governo, entrando em vigor em janeiro de 2027. A empresa passa a receber apenas o valor líquido da venda.

Substituição tributária — regime em que a responsabilidade pelo recolhimento do imposto é atribuída a um agente diferente daquele que originalmente praticaria o fato gerador; a Reforma prevê o fim dessa lógica e regimes especiais limitados.

T

Transição (regime de) — período entre 2026 e 2033 em que os tributos antigos e novos coexistem, sendo os antigos reduzidos progressivamente até serem extintos.

V

Vacância legal — período entre a publicação de uma norma e sua entrada em vigor efetiva; no caso do Ato Conjunto 1/2025, esse período terminou em 1º de agosto de 2026, quando a ausência dos campos de IBS/CBS nos documentos fiscais passou a gerar penalidade.

Valor Adicionado (Imposto sobre) — ver IVA Dual.

Perguntas frequentes

Quando a Reforma Tributária passa a valer de verdade para minha empresa?
Depende do seu regime. Empresas do Regime Normal (Lucro Real/Presumido) já são obrigadas a se adequar em 2026, com prazos técnicos específicos em agosto e setembro. Empresas do Simples Nacional e MEI têm prazo estendido até 2027.
O que acontece se minha empresa não incluir os campos de IBS/CBS nos documentos fiscais?
A partir de 1º de agosto de 2026, a omissão desses campos deixa de ser tolerada e passa a gerar penalidade, além da perda do direito à dispensa do tributo. A partir de 3 de agosto de 2026, notas de contribuintes do Regime Normal sem o grupo de IBS/CBS passam a ser rejeitadas automaticamente pela Sefaz.
O que é split payment e quando ele entra em vigor?
É o mecanismo pelo qual o valor de IBS/CBS de uma venda é retido automaticamente no momento do pagamento e repassado direto ao governo, entrando em vigor em janeiro de 2027. Isso muda a lógica do contas a pagar: o crédito do comprador passa a depender também do pagamento efetivo, não só do preenchimento correto da nota.
Minha empresa perde crédito tributário se comprar de um fornecedor do Simples Nacional?
Depende de como o fornecedor está enquadrado e de como o documento fiscal é preenchido. É por isso que monitorar a saúde tributária da cadeia de fornecedores passa a ser tão importante quanto negociar preço.
A Qive já está pronta para a Reforma Tributária?
Sim. A Qive foi uma das 109 empresas selecionadas pela Receita Federal para o projeto piloto de validação tecnológica da CBS, e já suporta os novos campos e eventos fiscais de NFe, CTe e NFSe. Apoiamos na visualização de documentos, fornecedores e pagamentos com um fluxo integrado ao ERP, que permite a visualização de créditos e débitos, monitoramento de fornecedores e redução de riscos de conformidade.
Sobre a Qive

A plataforma líder do contas a pagar

A Qive é a plataforma que redefine o contas a pagar: integra e automatiza, em um único fluxo conectado ao ERP, a gestão de pagamentos, documentos e fornecedores, oferecendo eficiência, segurança e escalabilidade para empresas de todos os portes.

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empresas selecionadas pela Receita Federal para construir e validar o futuro sistema tributário brasileiro. A Qive não está apenas acompanhando a mudança: está ajudando a construí-la, testando processos, validando a tecnologia e fornecendo feedback técnico direto para a Receita Federal — o que garante que a plataforma esteja mais preparada, automatizada e aderente às novas regras desde o primeiro momento.

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