Investimentos: tudo sobre Derivativos

11 min de leitura
Publicado:
October 13, 2022
|
Atualizado:
January 12, 2026

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Entenda neste artigo mais detalhes sobre derivativos: seus tipos, diferenças, como investir, benefícios etc:


Nos últimos anos, é possível observar um grande interesse público em temas relacionados a investimentos, o que vem gerando um aumento sem precedentes no número de investidores no mercado financeiro, em especial no mercado de ações. 

Assim, esse fenômeno está tornando os assuntos relacionados a investimentos em motivo de discussões nos mais diversos ambientes. Do trabalho às salas de aulas, o brasileiro passou a incluir essas questões no rol de assuntos relativos ao mundo dos negócios.

Há alguns anos, havia a impressão que temas dessa natureza pareciam algo completamente desconectado da realidade cotidiana da maioria das pessoas, inclusive dos contadores e de alunos dos cursos de ciências contábeis, que são os personagens teoricamente mais próximos desse universo. 

As disciplinas como contabilidade gerencial ou avançada, que tratavam desses assuntos, não despertavam muito interesse dos alunos. Igualmente, o mesmo se observava entre os clientes de contabilidade, que raramente procuravam profissionais contábeis para conversar sobre esses temas. Porém, tudo mudou recentemente, e o principal fator para essa mudança foi a abertura e democratização da Bolsa de Valores para o pequeno investidor, permitindo que esse público pudesse passar a participar ativamente dos investimentos no mercado financeiro.

Essa democratização se acelerou em função dos avanços tecnológicos, por meio das tecnologias de acesso remoto via internet, o que permitiu o surgimento de fintechs e de inúmeras novas instituições financeiras, que passavam a ter todo um mercado global a seu dispor.

Outro fator que tem aumentado muito a busca por novos investimentos no mercado financeiro tem relação com as recentes quedas nas taxas de juros, que limitam muito os ganhos em investimentos de renda fixa, tornando inevitável a busca por renda variável para proporcionar ganhos vantajosos.

Pensando em todo esse contexto, este artigo busca explicar o funcionamento do mercado financeiro e, em particular, o que são os derivativos.


1. O que são derivativos?

Pode-se definir um derivativo como um contrato firmado entre duas partes, cujo valor pode ser baseado em um ativo, sendo comum ativos financeiros ou outros instrumentos como commodities, moedas, taxas de juros, ações ou outros índices ou títulos subjacentes. Portanto, os derivativos são títulos secundários cujo valor é baseado ou derivado no título primário ao qual estão vinculados.

Eles são contratos financeiros de maior complexidade, e os investidores, ao celebrarem esses contratos, estabelecem entre as partes, clara e objetivamente, como eles responderão a futuras mudanças no valor do ativo subjacente. 

Nesse sentido, são contratos padronizados em que suas características, como quantidade, qualidade, forma de cotação, entre outras, são previamente definidas, oferecendo oportunidades de negociação mais seguras para ativos que oferecem maiores riscos de flutuação de valores.


2. Quais são os tipos de derivativos e quais são as diferenças entre eles? 

Os tipos mais conhecidos de derivativos são: Mercado a Termo, Mercado Futuro, Mercado de Opções e Swaps. 

2.1. Mercado a Termo

Mercado a Termo ou Contrato a Termo (Two-Party Derivatives) é um contrato em que as partes se comprometem a comprar ou vender determinada quantidade e qualidade de um ativo real, uma mercadoria. 

Por exemplo, em um Contrato a Termo de commodities, um produtor de café preocupado com que haja uma queda de preços em função da safra que ocorrerá nos próximos dias, decide colocar à venda 100 sacas de café por US$ 100,00 para 30 dias (quantidade, preço e prazo predeterminados). Nesse caso, o produtor toma a ação como medida de proteção contra um possível prejuízo, o que permite que ele não comprometa seu planejamento financeiro e seus resultados.

Ao final dos 30 dias, caso o preço do café tenha caído, o produtor entregará pelos termos contratados, porém, se o preço do produto subir, o comprador garante lucro na operação.

No contrato a termo, as regras principais são: descrição do objeto da negociação (commodities, ações, moedas etc.); tamanho do contrato (quantidade de ativos-alvo); Condições de Liquidação (datas a serem liquidadas, podendo ser no vencimento ou antes do prazo); e Preço e Prazo do Termo (o preço a ser pago na ocasião, que pode variar de 16 a 999 dias).

As maiores vantagens para o investidor no Contrato a Termo são:

  1. A proteção da carteira (hedge) em função do travamento do preço, evitando o risco de perda;
  2. A vantagem de se poder pagar posteriormente, somente no prazo de liquidação do contrato, favorecendo a gestão de fluxo de caixa do investidor, ou seja, o investidor pode comprar sem fazer desembolso imediato, desde que possua uma margem de garantia exigida pela bolsa.
  3. Ganhos em operações de curto prazo para os investidores especulativos que possuem esse perfil de risco. Essa condição é muito adequada aos traders que buscam ganhos em curto prazo em função da volatilidade de determinados ativos.

O preço dos Contratos a Termo se dão de acordo com a seguinte fórmula: PT = PA x (1+i), em que “PT” significa preço a termo expresso em reais, “PA” significa preço à vista do ativo e “i” representa a taxa de juros. Ressalta-se que é a B3, a Bolsa de Valores do Brasil, que arbitra as taxas de juros dos contratos a termo negociados no país.

Além disso, existem dois tipos de contratos a termo, o tradicional e o flexível. No tradicional, ocorre o acordo entre as partes (comprador e vendedor) para um determinado ativo, e encerra-se o termo caso a venda do ativo ocorra antes do prazo, e a duração ocorre entre 16 e 999 dias. No caso do contrato a termo flexível, o ativo-objeto pode ser substituído sem que o contrato seja encerrado, permitindo que o comprador possa vender e comprar outros ativos com o dinheiro ganho na operação, e o prazo ocorre entre 16 e 90 dias. 

A liquidação do contrato a termo pode ocorrer por: 

  1. encerramento de prazo (procedimento padrão), em que o vendedor entrega os ativos ao comprador, recebendo o pagamento como contratado;
  2. encerramento antecipado, que ocorre antes do prazo de vencimento, com a venda antecipada dos ativos à vista;
  3. rolagem de prazo, que possibilita fazer um novo contrato, com melhores parâmetros de taxa de juros e pagamento, caso a performance do ativo não tenha sido alcançada conforme a expectativa do comprador.

2.2. Mercado Futuro

O mercado futuro é um ambiente de negociação de contratos futuros, que, como um tipo de derivativo, é semelhante às opções, representando compromisso (contrato) de compra ou venda de certa quantidade de um ativo em uma data futura por um preço predeterminado.

O ativo subjacente é o bem envolvido nesse compromisso, podendo ser uma mercadoria como café, açúcar, ouro ou soja, ou um ativo financeiro, como as ações, taxas de juros, entre outros.

No mercado futuro, os compromissos são ajustados diariamente em função das alterações diárias de preços de contratos para a apuração das perdas e dos ganhos, realizando-se as liquidações das diferenças do dia.

Ainda, os contratos futuros são negociados somente em bolsa e possuem as seguintes características, conforme o Portal do Investidor:

  • Padronização acentuada;
  • Elevada liquidez;
  • Negociação transparente em bolsa mediante pregão;
  • Possibilidade de encerramento da posição com qualquer participante em qualquer momento, graças ao ajuste diário do valor dos contratos;
  • Utilização do mecanismo das margens depositadas em garantia e do ajuste diário para evitar a acumulação de perdas.

Por outro lado, as desvantagens operacionais do mercado futuro são:

  • Exigir elevada movimentação financeira devido aos ajustes diários (instabilidade no fluxo de caixa);
  • Custo mais elevado do que os contratos a termo;
  • Precisar de depósito de garantias.

Como forma de proteção (hedge), os contratos futuros são muito usados para evitar perdas, além de oferecer possibilidades de ganhos, pois podem ser usados para diminuir o impacto de uma possível mudança de preços de mercado do ativo adjacente.

Os contratos futuros mais comuns são os de commodities agrícolas, mas existem também outros como os contratos de moedas e os de índices de ações.

Para facilitar o acesso de pequenos investidores, existem na B3 os minicontratos futuros, que possuem valor inferior aos contratos “cheios”.

2.3. O mercado de opções

O mercado de opções é muito comum quando se procura investimentos em renda variável. No  recente artigo “Investimento para iniciantes: saiba por onde começar”, publicado neste blog, encontra-se a seguinte definição de opções:

“Opções são contratos com o objetivo de negociar o direito, em um determinado período, de comprar ou vender ativos, como lotes de ações, ações, commodities e até moeda (câmbio). São contratos de um dos mercados de derivativos.

As opções são de dois tipos: opção de venda (put) ou opção de compra (call). Elas são ótimas opções para se fazer hedge (proteção do valor de um ativo), podendo ser usadas também para alavancagem”.

Além disso, as opções de ações se caracterizam por direitos ligados a ações negociadas em bolsas de valores, que oferecem aos investidores o direito de poder comprar ou vender essas ações a um determinado valor até uma determinada data, ou seja, as opções têm seu valor e datas definidos, para que, posteriormente, por meios contratuais, sejam negociados. Portanto, as partes envolvidas poderão negociar o ativo pelo valor, cuja base de cálculo será realizada pela quantia que estiver valendo na data de vencimento do contrato.

As opções por ação são representadas por meio de contratos, e são um do tipo derivativo, que são ativos financeiros cujo valor de operação se baseia em uma previsão.

Esses ativos, por se tratarem de ações, possuem alto índice de volatilidade, o que pode oferecer altos ganhos ou perdas, e pelo fato de trabalharem em função das expectativas de preço, que podem se confirmar ou não.

2.4. Swaps

Outro tipo comum de derivativo é o Swap, que significa “troca” em inglês. Nesse tipo de investimento, o objetivo é fazer câmbio entre rentabilidades ou taxas de juros. Também é muito usado para proteção e ocorre frequentemente para eventuais mudanças nas taxas de juros, por exemplo.

Em cenários com possibilidade de mudanças repentinas nas taxas de juros, as empresas podem decidir mudar seus empréstimos de uma taxa variável para uma fixa. Outras que possuam uma taxa muito baixa, podem querer bloqueá-las por meio de um swap.

Outro exemplo de swap ocorre quando um investidor que investe em ouro decide optar por investir em soja, quando entende que essa commodity pode valorizar em relação a outra. Esse seria um swap de soja contra ouro, sendo que se no vencimento a soja valorizar, quem optou por esse swap irá lucrar.


3. Qual a finalidade e os riscos de se utilizar derivativos?

Normalmente, os investidores buscam os derivativos pela possibilidade de proteger uma posição financeira, evitando possíveis perdas em decorrência da desvalorização do ativo. Além disso, eles podem utilizar esse tipo de investimento de maneira especulativa, uma vez que se observe a possibilidade substancial de mudança de valor de determinado ativo, apostando em ganhos e se protegendo de perdas. 

O terceiro ponto é a diversificação de investimentos, pois os derivativos podem servir como uma outra fonte para a distribuição dos seus recursos.

Em contrapartida, é preciso observar os riscos ao utilizar derivativos, cujos principais são: complexidade, pois os derivativos exigem um nível de conhecimento do mercado, por parte dos investidores, que pode ser considerado de um grau mais elevado, diferentemente de outras opções tradicionais. No mesmo sentido, outro fator de risco são as perdas ou prejuízos, bem como a volatilidade, pois o mercado oferece riscos de grandes oscilações.


4. Para quem é indicado? 

Na Bolsa de Valores ocorrem as operações de compras e vendas desses contratos, e é o ambiente onde se agrupam os participantes que são investidores ou agentes do mercado de derivativos.

Por se tratar de uma operação complexa, que envolve um ou mais derivativos, esse tipo de investimento requer um certo conhecimento e a elaboração de uma boa estratégia, podendo gerar excelentes resultados, tanto em função de lucros como em função de proteção e controle de riscos. Portanto, para se ter um bom desempenho com derivativos, é importante ter uma certa experiência no mercado de capitais.

Normalmente, os participantes desse mercado se posicionam de três maneiras, como Hedger, Especulador ou Arbitrador, que são descritos a seguir:

Hedger 

O Hedger é o investidor que busca segurança e proteção, desejando estar coberto de possíveis oscilações negativas nos preços de seus ativos.

Especulador 

O especulador é o tipo de investidor que busca maiores ganhos e atua assumindo maiores riscos em suas operações.

Arbitrador 

O Arbitrador é aquele que atua buscando oportunidades de distorção de preços de um determinado ativo em mercados distintos, e rentabiliza em função dessas diferenças, fazendo transações entre mercados futuros e à vista.


5. Como investir no mercado de derivativos? 

Para investir corretamente nesse mercado, alguns detalhes devem ser observados, sendo os principais detalhados abaixo:

Estude sobre esse mercado: busque um conhecimento mais aprofundado do assunto lendo livros, artigos e assistindo vídeos, pois existe uma variedade enorme de conteúdo facilmente acessível.

Calcule e defina estratégias: por se tratar de um ambiente complexo, que compreende mercados à vista e futuro, é muito importante criar estratégias para se obter bons resultados. Esses planos ajudarão muito em relação aos aportes certos e para que se faça corretamente as operações de compra ou venda dos ativos. Além disso, você conseguirá negociar os derivativos que mais se adaptam ao seu perfil.

Escolha uma boa corretora de valores: todo investidor iniciante deveria optar por iniciar suas atividades por meio de uma corretora, que, ao contrário das instituições bancárias, fatura rentabilizando os investimentos do usuário ao invés de obter ganhos emprestando ou cobrando taxas dos correntistas. Nesse contexto, as corretoras existem para isso e possuem diversos produtos para que o investidor faça seus recursos progredirem.

Ao iniciar o relacionamento com a corretora, o usuário abrirá uma conta e, logo em seguida, terá acesso a diversas opções atrativas de investimentos.

Por sua vez, as corretoras oferecerão oportunidades de acesso a investimentos que até pouco tempo só estavam à disposição de grandes investidores.

É importante também, antes de escolher a corretora, atentar-se à infraestrutura tecnológica, aos canais de atendimento e aos custos, que normalmente ocorrem em forma de taxas de corretagem, custódia, TED, abertura e manutenção etc.

Enfim, de acordo com o que foi exposto ao longo deste artigo, a grande procura atual por investimentos em rendas variáveis tem levado os investidores a procurar opções variadas para compor sua carteira. Os derivativos, por serem um pouco mais complexos, talvez não sejam as opções mais interessantes para aqueles que estão iniciando no mercado financeiro, porém, deve-se ponderar sobre sua viabilidade e uso.

Todo investimento deve ser precedido de uma fase de planejamento de dedicação ao estudo sobre o tema. Este artigo foi idealizado para ajudar nessa jornada de desenvolvimento, então esperamos que todas as dúvidas tenham sido sanadas, bem como recomendamos a leitura de outros artigos para enriquecer seu conhecimento sobre o tema.


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Autor convidado do Vamos Escrever, é bacharel em Ciências Contábeis e pós-graduado em Gestão da Qualidade Total, é professor universitário na área de Contabilidade Auditoria, Tributária, Fiscal e Perícia. Atua na área como Contador, e nos tempos livres, é admirador de belas-artes e leitor de História e Filosofia. 📩leonardopaganini@vamosescrever.com.br

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